Indo mais rápido e mais longe

A sabedoria popular diz que: se você quer ir rápido vá sozinho, se quer ir mais longe vá acompanhado.

Sim, tem muita verdade nisso, e há outro paradigma que diz: não há nada que está feito que não possa ser melhorado.

Esses dois pensamentos não são absolutos, porém, podem ser aplicados em muitas áreas de nossas vidas e em especial na vida do corretor de imóveis.
Já pensou em ir mais rápido e mais longe nas suas parcerias? Sabia que isso é totalmente possível?

E muitas são hoje as formas para desenvolvermos parcerias imobiliárias com essa característica.

Ferramentas são diversas, aplicativos são inúmeros, o mercado é enorme, o mundo é global, mas a pergunta persiste: como um corretor de imóveis pode ir mais rápido e mais longe?

Vou explicar: Já faz um bom tempo, talvez uns 20 anos que começamos a ver o termo economia colaborativa, que podemos sinteticamente dizer que nada mais é do que fazermos juntos, melhores, e com otimização dos recursos, aquilo que se pretende.

Parcerias imobiliárias já existem há dezenas de anos.

O que podemos dizer ser mais recentes são as parcerias imobiliárias no mundo 4.0.

Ou seja, melhoramos aquilo que já existia. E neste sentido, plataformas como a Homer, franquias e redes de imobiliárias, tem se aperfeiçoado dia a dia em suas operações com o conceito de economia colaborativa para a aceleração dos negócios imobiliários em parceria, potencializando os resultados dos corretores de imóveis.

Lá se vão quase 3 décadas que atuo no mercado imobiliário e tive a oportunidade de ver muitas mudanças ocorrerem em vários aspectos de nosso mercado imobiliário.

Uma coisa, porém, sempre se mostrou firme e indispensável nas parcerias imobiliárias, seja qual for o termo do acordo (parâmetros de ganhos no jargão dos corretores como:
50/50 ou, 40/60 ou, 30/70 dentre outros) que ela for celebrada, faz-se necessário sempre um elemento essencial: “negócio no fio do bigode”.

Os mais novos ao lerem este artigo talvez acharão um termo novo e até estanho, contudo, os mais tradicionais, se recordarão dessa velha máxima: “negócio no fio do bigode”.

Os mais curiosos poderão “dar um Google” e encontrarão diversas definições, as mais usuais são as que estão ligadas à confiança inabalável que é posta em um compromisso, independente do resultado ou arrependimento, ou seja: assumido um compromisso, este deve ser
honrado!

Quando se usava o termo “negócio no fio do bigode”, significava uma prova
de que havia nos negócios o elemento que chancelava; a palavra de ordem era a CONFIANÇA.

Há hoje em dia tantas variáveis nos negócios, tantos dados, tantas
informações que o mundo 4.0 nos apresenta, que se faz salutar para nossas parcerias, a formalização mais pormenorizada dos termos de cada acordo de parceira, mitigando interpretações duvidosas, que poderiam inviabilizar o desejo dos resultados ganha-ganha das parcerias.

Surge a necessidade de ordenamento das parcerias imobiliárias em
ganho de escala, demanda esta que vem sendo atendida e aprimorada paulatinamente pelas ferramentas aqui já mencionadas, propiciando assim mais agilidade e alcance aos corretores imobiliários em suas parcerias.

A confiança continua tendo local de destaque e sempre será importantíssima.

A confiança é um elemento chave no mundo dos negócios em especial nos negócios imobiliários.

Hoje, podemos realizar parcerias sem sequer ter visto o parceiro pessoalmente, ou mesmo falado; podemos ter só “teclado”, porém, muitas vezes mesmo com tanta tecnologia sentimos uma lacuna em ter com quem efetivamente interagir.

A máquina, o digital, não supre _ pelo menos ainda não, e é provável que
demore ainda algumas décadas ou talvez esse não venha ser o caminho que nós como seres pensantes queiramos delegar à Inteligência Artificial _ todos os aspectos das interações nas relações humanas, e, portanto, é essencial, ao escolher além da ferramenta confiável e os termos da parceria, escolher também com quem fazê-la.

Felizmente, neste nosso imenso país, temos visto muito trabalho sendo executado pelos órgãos reguladores de nosso mercado como o COFECI e os CRECIs, além da colaboração de entidades correlatas.

Ocorre que cabe também ao profissional do mercado mobiliário, estar atento às “pegadas digitais” que todos nós, queiramos ou não, deixamos na internet ou melhor, no mundo digital.

E assim, devemos ser prudentes, seletivos e transparentes em nossas formalizações de parcerias mantendo sempre a postura ética e de confidencialidade que cada negócio requer.

Desta forma é possível fazer um caminho mais rápido e mais longínquo.

Leia também: João Teodoro anuncia PROJETO SABER IMOBILIÁRIO, um evento Cofeci – Creci, Sebrae e Homer.

Já se observa em nosso país, com mais relevância nos últimos 5 anos, uma crescente expansão de parcerias em negócios imobiliários internacionais. Sabemos que nosso país é uma das maiores apostas para os países ricos no tocante a investimentos em negócios imobiliários.

Teremos em nosso país a médio e longo prazo, muito, mas muito trabalho
para nós corretores de imóveis, há um déficit habitacional gigantesco e a necessidade de criação de uma rede de infra estrutura para atender esse déficit; o que gerará movimentações bilionárias, quiçá trilionárias de recursos financeiros, e isso é ótimo!

Temos que dar um zoom out (expandir, para uma visão macro) em nosso olhar por um prisma positivo e otimista sobretudo neste momento pandêmico que todos passamos.

Isso vai passar. Convido a observarmos o inconsciente coletivo, que tem produzido o desejo de negócios mais fluidos, mais transparentes e assim deve ser as nossas relações nas parcerias: claras, objetivas e com pensamentos ganha-ganha.

É importante resgatar sim, conceitos como “negócios no fio do bigode”, e assim, dar espaço também a outros conceitos; desta vez lanço mão da física quântica, que numa singela referência diz que tudo está conectado. Portanto, lembremos de sempre deixar boas “pegadas digitais ou
analógicas”.

Se você considerar as recomendações que apresento neste artigo, garanto que irá mais rápido e mais longe nas suas parcerias imobiliárias e ainda terá como bônus, tempo de qualidade para tomar muitos cafezinhos com pães de queijo, seja com clientes ou com os parceiros corretores de imóveis aqui no Brasil, em outros países, ou fora do planeta, sim, no universo, mas…, isso é tema para outro artigo.

Até breve!

Leirson Cunha é Corretor de Imóveis – CRECI/MG: 18.127, Vice-Presidente CMI-SECOVI/MG e Dir. Executivo Marketing Netimóveis | B.

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