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Setor imobiliário está entre os mais promissores

A Prefeitura assumiu a administração da Avenida Brasil em 1994, até então sob a responsabilidade do Governo Federal. Desde 2001, tornou-se alvo de investimentos e projetos para reconduzi-la à condição de via expressa ao longo da qual crescem bairros residenciais e grandes empreendimentos de comércio e indústria. Já na sua fundação, há cerca de sete décadas, o folheto de lançamento da avenida anunciava a construção de casas luxuosas e grandes fábricas. Foi assim que nasceram os bairros da Penha e Olaria.

Com o passar dos anos, os projetos foram ficando pelo caminho. Sem investimentos públicos, vieram a insegurança e a degradação. Os bairros ao longo da Brasil sofreram rápido processo de favelização. A falta de infraestrutura afugentou os empreendedores e, como uma bola de neve, os problemas só se acumularam. Na década de 80, virou sinônimo de decadência e trânsito caótico.

Para revitalizar a Avenida Brasil, a Prefeitura buscou novas formas de atrair a iniciativa privada e eliminar antigos entraves ao crescimento. O município concedeu benefícios fiscais a quem investir em empreendimentos na via. Um deles é a isenção de IPTU por cinco anos, a partir do exercício seguinte ao da abertura do processo de licenciamento da obra. Segundo o prefeito Eduardo Paes, com parâmetros urbanísticos alterados e incentivos fiscais, tudo ficará mais fácil.

– Será possível, agora, despertar o interesse de empresários para que apostem na região. Começamos a recuperar a Avenida Brasil há dois anos, com o novo recapeamento do asfalto e a reconstrução de calçadas. Ainda temos pela frente os corredores de BRTs. Há um investimento previsto de R$ 100 milhões em obras viárias e de R$ 1,3 bilhão na Transbrasil, cuja inauguração está prevista para o início de 2016, antes dos Jogos. A avenida já conta com uma logística de excelência, o que favorece imensamente a região. Tudo conspira a favor – acredita o prefeito.

Novos parâmetros

Em abril deste ano, Paes sancionou a Lei Complementar 116, que permite a construção de edificações residências e multifamiliares, a subdivisão em lojas e salas comerciais e a adaptação para o uso residencial de imóveis industriais. Pela legislação antiga, os grandes galpões apenas poderiam se transformar em residência caso virassem duas unidades.

As ações da Prefeitura já estão surtindo efeito. Os investimentos começam a aparecer: além da reforma do antigo estaleiro Ishibras, da Petrobras, há a instalação do Comando de Operações Especiais (COE), da Polícia Militar, na Maré. O quartel abrigará unidades de elite, como Bope, Batalhão de Choque e Grupamento Aeromarítimo. Outro projeto prevê a construção do maior armazém de contêineres da América Latina, no Caju.

– Os prognósticos são os melhores e tudo indica que o esvaziamento econômico será mesmo coisa do passado. Os setores imobiliário, industrial e de óleo e gás estão entre os que apresentam maior potencial – afirma o prefeito.

 

 Principais obras de modernização

1. Estrada Marechal Alencastro (Deodoro), Estrada da Cancela Preta e Avenida Dra. Maria Estrela (Bangu) e Rua Nilópolis (Realengo)

Valor: R$ 15.538.917,70

Objetivos:

Entre a Estrada da Cancela Preta e a Avenida Dra. Maria Estrela

  • Construção de nova pista local, nos dois sentidos
  • Drenagem
  • Novas agulhas de acesso às estradas, urbanização e paisagismo

Na Rua Nilópolis

  • Construção de dois viadutos de retorno e acesso ao Hospital Albert Schweitzer (Realengo)
  • Construção de outro viaduto, que ligará direto a Brasil à Estrada Marechal Alencastro, criando um acesso direto a Anchieta

2. Melhorias físicas e operacionais da Avenida Brasil em Irajá e Guadalupe

Valor: R$ 22.895.982,94

Objetivos:

Trecho Irajá (Trevo das Margaridas/Avenida Automóvel Clube)

  • Alargamento das pistas lateral e central
  • Construção e canteiros laterais e calçadas
  • Melhorias na drenagem
  • Construção de novas agulhas
  • Recuperação e recapeamento das pistas lateral e central
  • Arborização e urbanização
  • Nova iluminação pública

Trecho Guadalupe (Barros Filho/Deodoro)

  • Alargamento da pista central
  • Construção de canteiros lateral e central
  • Construção de new Jersey (barreiras de concreto) no canteiro central
  • Construção de novas agulhas
  • Recuperação e recapeamento da pista central
  • Arborização e urbanização
  • Nova iluminação pública

Fonte: Ademi Rio

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